terça-feira, 23 de março de 2010

De volta. Agora com 30.


Faz muito tempo...

Espero conseguir retornar com inspiração. Na verdade, com habilidade para verbalizar o que se passa nesta mente balzaca.

Para celebrar o reencontro - e a nova fase -, uma versão revista e atualizada da Madeixa de Vênus. Agora tirando onda.

(Foto enviada por um amigo que, a propósito, conheci pessoalmente só ontem. Coisas do Facebook e das incríveis coincidências deste mundo...)

sábado, 22 de agosto de 2009

Quase 30

Ser solteira e ter quase 30 anos em outro país é algo libertador.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Utilidade pública.

Reportagem incrível sobre como sobreviver à temporada de festas...

http://elle.abril.com.br/beleza/maquiagem/noites-felizes-407235.shtml

Concordo com Bial em uma coisa...


Fim de ano na Chapada dos Veadeiros.

Lugar surpreendente e algumas conclusões felizes.


Sobre as conclusões. Filtro solar funciona. E mais, dá um bronzeado legal. Passei e repassei durante o dia, ao longo das trilhas e depois dos mergulhos, e ganhei uma cor bonita sem passar pela etapa "camarão", coisa de amadoras.


Não sou branca, nem morena, mas usei um filtro de FPS 45 (Neutrogena Ultra Sheer Sunblock) mesmo nos dias menos ensolarados.
Tem coisa mais xexelenta que descascar que nem cobra?

domingo, 28 de dezembro de 2008

Don't mess with Mother Nature!

Fazer 29 anos é, ao mesmo tempo, prazeroso e cruel: ainda não é 30, mas a contagem regressiva começa agora.

Já contrariei a Mãe Natureza: não procriei até agora. Para ela, sou um fracasso biológico. Todo esse aparato físico-químico apto a gerar vidas totalmente "desperdiçado" com a chegada dos quase-30. Fazer o quê?

A Mãe Natureza não perdoa. Se tento driblá-la ao priorizar objetivos menos reprodutivos, ela é cruel em me fazer lembrar algumas de suas leis mais simples. A da gravidade, por exemplo.

Simples assim.

Ontem assistindo ao adorável "Being There" e ao recente e também agradável "Good", percebi a beleza de algo comum: à mesa de jantar, o barulhinho do vinho sendo despejado no copo, a garrafa sendo delicadamente colocada de volta sobre a mesa e toda a sequência de gestos suaves que se segue.

Se até esse momento eu não tivesse o hábito de beber vinho, a estética da cena certamente levar-me-ia a experimentá-lo.

Em tempo: há outras semelhanças entre os filmes. Vale a pena refletir sobre elas.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

E tenho dito.

Alguém precisa avisar para os homens - principalmente para os maiores de 25 anos - que enviar bilhetinho pelo garçom, além de ser um atestado de incompetência, está super fora de moda.