domingo, 8 de abril de 2012

Da série: O que o amor não é... #3

O cara diz que vai preparar o jantar. Você pensa: "hummm, interessante".


Chega na sua casa com 3 abobrinhas ($ 1,39), um pimentão vermelho e uma couve-flor. E ainda pede pra usar da sua quinoa.


Você pensa: "ótimo, hoje não como carne..." 

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Autumn veins on Twitpic

Autumn veins on Twitpic

Melow long weekend in Montreal. I was supposed to go to NYC, but decided to get steer clear of the city frenzy.
I was gratefully rewarded by a gorgeous autumn scenery in Parc Mont-Royal.
Love the way the blue sky works as a canvas for those rash, still delicate, dry branches.
Fall is right there. By far the most inspiring season.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Da série: O que o amor não é... #2

Não confunda gentileza com consideração. Amar não é abrir a porta do carro para a namorada - "por obrigação", como confessou meu cabeleireiro hétero. Amar tampouco é se ofender porque o namorado não te serviu de (gasp!) refrigerante... Amar é outra coisa.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Da série: Montreal é... #1

...um lugar com o qual você irá comparar todos os outros que vir a visitar, morar, passar.
Montreal é como aquela paixãozinha de juventude: perfeitinha, inocente, apaixonante. É um caso de amor platônico e finalmente concretizado - porque de uma maneira ou de outra você fará acontecer.
É o sentimento de empatia e tranquilidade de um relacionamento duradouro: intimidade, sem frescura ou cerimônia.
Montreal é aquela pessoa que você amou e sempre amará - não importa quão longe dela esteja.

L'Hôtel @ St. Jacques Street, Montreal QC, Canada. 2010
By Madeixas de Vênus


quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Ignorance is bliss.

Atenção, namorados: vocês não tem permissão para adentrar walk-in wardrobes ou abrir a gaveta de cosméticos e maquiagens das namoradas. Para a sua segurança e sanidade mental delas, mantenham-se longe de recintos eventualmente reveladores até instrução contrária.

Afinal, é pra isso que existe namoro. Não queira arruinar o glamour antes da hora.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Da série: o que o amor não é. #1

Não culpe o amor pelos centímetros a mais na cintura. Amar não é adotar a dieta do namorado apenas por empatia. Amar é outra coisa.



From dust to dust.

Com 30 e uns quebrados, percebo que perdi muito tempo reclamando à toa. Passei meu último ano na casa dos 20 anunciando aos quatro ventos que estava pra fazer 30. Desde então, ganhei, merecidamente, o precoce apelido de "vozinha". Cá entre nós, não troco meus 30 pelos 21 de muita menina por aí.

A diferença é que agora as pessoas notam que você não é mais uma jovenzinha. Se antes perguntavam minha idade e se espantavam com a resposta, agora a história é outra. A abordagem passou a ser: "você está muito bem para a sua idade". Vem cá. Não pedi parecer geriátrico.

De qualquer forma, o saldo é positivo. Parei de me estressar com o fantasma dos 30 - minhas amigas agradecem - e a sensação é de alívio. De leveza, na verdade. É tão mais simples do que eu pensava. Claro, se você não está solteira e "freaking out" para achar um marido, a fase é bem divertida. Como estou nesta vida a passeio - na janela, sempre -, a ideia é curtir a paisagem, observando-a quadro-a-quadro, porque essa história de comprar o capacete antes de ter uma moto nunca fez muito sentido para mim.

terça-feira, 23 de março de 2010

De volta. Agora com 30.


Faz muito tempo...

Espero conseguir retornar com inspiração. Na verdade, com habilidade para verbalizar o que se passa nesta mente balzaca.

Para celebrar o reencontro - e a nova fase -, uma versão revista e atualizada da Madeixa de Vênus. Agora tirando onda.

(Foto enviada por um amigo que, a propósito, conheci pessoalmente só ontem. Coisas do Facebook e das incríveis coincidências deste mundo...)

sábado, 22 de agosto de 2009

Quase 30

Ser solteira e ter quase 30 anos em outro país é algo libertador.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Utilidade pública.

Reportagem incrível sobre como sobreviver à temporada de festas...

http://elle.abril.com.br/beleza/maquiagem/noites-felizes-407235.shtml

Concordo com Bial em uma coisa...


Fim de ano na Chapada dos Veadeiros.

Lugar surpreendente e algumas conclusões felizes.


Sobre as conclusões. Filtro solar funciona. E mais, dá um bronzeado legal. Passei e repassei durante o dia, ao longo das trilhas e depois dos mergulhos, e ganhei uma cor bonita sem passar pela etapa "camarão", coisa de amadoras.


Não sou branca, nem morena, mas usei um filtro de FPS 45 (Neutrogena Ultra Sheer Sunblock) mesmo nos dias menos ensolarados.
Tem coisa mais xexelenta que descascar que nem cobra?

domingo, 28 de dezembro de 2008

Don't mess with Mother Nature!

Fazer 29 anos é, ao mesmo tempo, prazeroso e cruel: ainda não é 30, mas a contagem regressiva começa agora.

Já contrariei a Mãe Natureza: não procriei até agora. Para ela, sou um fracasso biológico. Todo esse aparato físico-químico apto a gerar vidas totalmente "desperdiçado" com a chegada dos quase-30. Fazer o quê?

A Mãe Natureza não perdoa. Se tento driblá-la ao priorizar objetivos menos reprodutivos, ela é cruel em me fazer lembrar algumas de suas leis mais simples. A da gravidade, por exemplo.

Simples assim.

Ontem assistindo ao adorável "Being There" e ao recente e também agradável "Good", percebi a beleza de algo comum: à mesa de jantar, o barulhinho do vinho sendo despejado no copo, a garrafa sendo delicadamente colocada de volta sobre a mesa e toda a sequência de gestos suaves que se segue.

Se até esse momento eu não tivesse o hábito de beber vinho, a estética da cena certamente levar-me-ia a experimentá-lo.

Em tempo: há outras semelhanças entre os filmes. Vale a pena refletir sobre elas.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

E tenho dito.

Alguém precisa avisar para os homens - principalmente para os maiores de 25 anos - que enviar bilhetinho pelo garçom, além de ser um atestado de incompetência, está super fora de moda.

A vida como ela é.

A vida é cruel, mas às vezes sabe se redimir razoavelmente.

Assim aconteceu:

Você conhece um cara. Um carinha. Coisa de 6 anos mais novo que você. Todo cheirosinho, coisinha tenra. Mesmo assim, ele é apenas o plano "b" do seu portfólio.

Numa dessas peças que a vida prega, numa inocente segunda-feira, você sai para a balada com seu plano "c" e acaba sendo vista pelo jovem mancebo. Resultado: ele simplesmente não fala mais com você. Muito justo.

A bendita culpa católica, obviamente, vai te consumir, como de fato ocorreu por longos 6 meses. Até que num sábado de sol, você sai com suas irmãs para uns chopps e uma feijoada e se depara com a doce criatura. Aquela culpa quase dormente desperta como de um pesadelo: aflita, com taquicardia e desorientada. Pronto: sou uma bruxa, ele não merecia aquilo, todos me odeiam, e agora? e agora?

Mas como a vida sabe se redimir como ninguém, neste caso com certo quê de sarcasmo, não tardaram 3 dias e eu soube de um segredo que me trouxe a redenção eterna. Ah, a liberdade. Ah, a humanidade, tão cínica e tão humanamente errada. Atire a primeira pedra!

Três dias depois, um amigo em comum contou-me o que escondera por 6 meses - detalhe para o mesmo período de tempo. Aquela coisa tenra de 23 aninhos, todo cheiroso e perfeitinho, queria com ele manter um romance secreto. Nas suas palavras: "eu gosto é de futebol, mas às vezes jogo vôlei". Muito esclarecedor.

domingo, 2 de novembro de 2008

"Gene gay"?

Uma reportagem da Revista Época (http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI16217-15224,00-QUESTAO+DE+JEITO.html) causou polêmica entre os internautas que leram a matéria no site. Segundo a reportagem, uma nova pesquisa sugere que a presença de possíveis genes "gays" em homens heterossexuais atrairia as mulheres.

Toda sorte de opinião foi manifestada ali, mas o que mais chamou a atenção foi o volume de críticas sobre o homossexualismo. Algumas opiniões eram temperadas com fanatismo religioso, outras tantas, com lamentável preconceito irracional. Falou-se em "banalização da homossexualidade" como quem fala em "apologia às drogas".

Penso o seguinte: existem gays como existem pessoas com olhos verdes ou pretos, pessoas brancas ou amarelas, algumas com propensão genética a desenvolver certo tipo de câncer ou mais aptas à prática de determinado esporte, etc. Acredito que a característica em questão é transmitida geneticamente como qualquer outra que compõe um indivíduo. Não desconsidero os fatores ambientais, é claro, mas a base é, sim, genética. (Sobre este ponto, tenho discussões homéricas com minha irmã quase diariamente. Ela é psicóloga comportamental; mas esta é outra história).

A discussão acabou pendendo para a questão da homossexualidade meramente e deixou de lado o ponto levantado pela reportagem: o fato de que as mulheres valorizam nos homens certo grau de gentileza, atenção e bons modos. Eu disse "certo grau". Todo o resto continua valendo: gostamos de homens decididos, viris, de porte atlético, traços marcantes. Poderia estender a lista fazendo referência àquelas características buscadas instintivamente pelas fêmeas em seus parceiros, mas acho que já extrapolei minha cota de argumentos biológicos do dia.

O fato é que muitos leitores (heterossexuais) da matéria sentiram-se de certo modo ofendidos pela mera possibilidade de terem em seu patrimônio genético um possível gene gay que atrairia as mulheres. Machismo tem limite. E as conclusões do estudo em questão, também. Tudo não passa ainda de pesquisa. O que atrai as mulheres (heterossexuais ou não) não é uma ou outra característica alegadamente gay, mas atitudes gentis e respeitosas. E isso não depende do sexo.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Ele quer casar.


Há mulheres compulsivas por doces, por bolsas, por sapatos. Ok.

Mas homem compulsivo por casamento? Muuuito estranho...


Bom partido em todos os aspectos e um defeito básico: casou-se 3 vezes. A natureza masculina simplesmente não é assim. Um cara que queira casar com você depois de três encontros deve ser objeto de estudo. Desconfie.


Não que eu esteja subestimando meu charme, mas cá entre nós, ele quer casar! Bizarro.





quinta-feira, 31 de julho de 2008

Paralelo 17


Minha amiga virou hippie.

Uma semana em Arraial D'Ajuda, muita cerveja e pegação com o tatuador da cidade. Pronto. A menina virou outra. Tipo "Hancock" de saia? E sem o charme de Charlize Teron... (A propósito, que filme horroroso!)

E ela ainda culpa o tal do "paralelo 17".

Nada que uma sessão de "Sex and the City" não resolva...

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Dinâmica de um flerte natimorto.






O cara te olha a noite inteira, te encara, se aproxima, conversa, conversa, você avalia, avalia, ele se gaba, desprestigia o "wingman", você analisa, ele se aproxima, você titubeia, ele beija, você, idem e pensa: "uau".

Você nem chegou em casa e ele te manda mensagem. Você se regozija. Nem responde.

No dia seguinte, você manda algumas linhas. Ele reclama. Você nem se abala.

Sexta-feira. Ele "delimita o terreno". Liga. Você não atende (dessa vez não deliberadamente). Ele manda mensagem. Você, monossilábica. Ele se interessa.

Quarta-feira. Ele liga. Coloca à venda o amigo-gato. Quer que você leve sua amiga. Você, ok, ok. Ele se despede, você liga para a manicure e tenta agendar uma limpeza de pele express.

Quinta-feira. O dia do encontro. Ele manda mensagem: "Meu amor...blá blá blá. Vamos deixar pra sexta?". Você pensa: "pega e morre", nem responde. Liga para a amiga e mantém a saída.

4 horas depois. Ele retransmite a mensagem e exige uma resposta. Você responde. "Ok". Ele replica, você desdenha, quer sair hoje ainda.

Saldo do dia: menos um para administrar.

sábado, 12 de julho de 2008

Too late

Ok, nós conhecemos o termo "wingman". Ele é usado para designar aquele cara que, na paquera, distrai, confunde e pentelha a sua amiga enquanto o amigo dele, ou "pilot", aborda o "alvo", ou seja, você. Nem sempre cabe ao "wingman" a amiga menos bonita, digamos assim. Às vezes, ambos os espécimes masculinos - note a ênfase biológica a despeito da aeronáutica - comportam-se ora como "pilots", ora como "wingmen". Tudo é relativo.

Uma coisa é certa no entanto: a tolerância é muito menor quando ambos, por limitação cognitiva ou auto-compaixão agem como "wingmen":

- Amiga, bora sair daqui porque dois ploc-monsters estão olhando para cá e vão chegar em menos de 40 segundos... Anda, mulher. Caminha, caminha.

(...)

- (cochicho) Too late. Droga, eu falei pra você agilizar.

(...)

Wingman 1:
- Você vem sempre aqui?
- (foi isso mesmo que ouvi???) Não, não venho nunca. Agora, por exemplo, não estou aqui, o que faz com que esta conversa não exista. (Ok, isso ficou só no pensamento).

(...)

Wingman 2:
(tentando usar a "fusilagem" para cercar a amiga que balbucia:)
- Amigaaaaa, vamos pegar mais bebida?
- Mesmo que eu fosse abstêmica. Caminha, caminha.
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Pior que essa situação é aquela quando a amiga está interessada no cara e cabe a você apoiá-la. Isso, não raro, significa ser simpática com o amigo do alvo. Ser simpática não significa dar mole. Agora explica isso pro camarada.

- Ai, que sono.
- Você tá com sono? Peraí que vou te pagar uma bebida.
- (em pensamento: "Será que eu digo para ele que álcool não tira o sono mas, a essa altura do campeonato, afeta as regiões responsáveis por habilidades como memória, aprendizado, autocontrole e principalmente motivação!!?") Ah, quer saber? Manda vir.